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Bóra dar ouvidos aos creators da Geração Z?

Quando inseridos no mercado da influência, muita gente pode ficar perdida com o quão diferente é o formato de trabalho da Geração Z. Todavia, já adianto aqui que não são só os espectadores que se sentem fora do eixo quando o assunto é a nova forma de se trabalhar dessa geração. 

Por que a GenZ ainda não é ouvida pelas marcas?

Uma das pautas já comentadas aqui sobre os nativos digitais é que essa galera é imponente e dificilmente tende a repetir padrões errôneos do passado. Muito pela novidade e falta de regularização dos trabalhos vindos da Internet trouxeram para as primeiras gerações de “youtubers” e “vlogueiros” uma demanda por mudanças, pois a partir do momento que seus conteúdos e sua imagem viraram comerciais, os jobs vinham e com eles, equipes acostumadas a terem profissionais mais moldáveis e briefings mais presos em questão de roteiro. 

A falha na comunicação não é um gap apenas entre marcas e creators, mas envolve todo o ecossistema da influência, então agências e agentes também se enquadram nessa bolha. Essa lacuna trouxe uma demanda em trazer personalidade dentro das campanhas publicitárias envolvendo criadores de forma que aquela publicidade consiga conversar com o conteúdo e público daquele perfil.

Como suprir essa necessidade?

A primeira mudança mais evidente é entender que influenciadores digitais são apoios para as marcas, essa galera é responsável por impactar a vida de tanta gente online e principalmente e em um co-criação que marcas conseguem atingir nichos aos quais outros meios de comunicação não conseguem. Em uma pesquisa recente foi revelado que 77% das empresas entrevistadas consideram creators como aliados da marca e como toda parceria é essencial liberdade e co-criação.

Conhecer a GenZ é parte fundamental nessa jornada, já que 60% dos nativos digitais seguem marcas nas redes sociais e são agentes das mudanças no digital produzindo, disseminando e exigindo das marcas os mesmo ideais.

Conclusão

Trabalhar com a GenZ é muito mais abrangente do que conhecer seus memes e usar suas “gírias”, mas sim entender todo o ecossistema que engloba seus principais representantes: os criadores digitais. A Trope trabalha diariamente afim de estreitar laços entre marcas, agências, agentes e creators dentro da publicidade e assim impactar os nativos digitais de forma natural e verdadeira, reforçando entre eles a importância da liberdade e criatividade dentro das campanhas. Se você quiser conhecer mais um conteúdo sobre esse tema e ainda ler relatos de verdadeiros influencers sobre isso que a gente comentou, recomendamos que leia a matéria: 

Alô, marcas: influenciadores da Geração Z querem ser ouvidos (metropoles.com)

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Luiz e Arthur

Luiz e Arthur

💚 Luiz Menezes, 22 anos. Empresário, é fundador da Trope e atua com marketing de influência há 5 anos. 💛 Arthur Messias, 22 anos, leonino metido a fashionista. Faz parte da equipe de Marketing e estratégias da Trope.

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